Quem fui, quem sou, quem serei...

De cor verde-esmeralda são os olhos de quem chora, de quem ri, de quem sonha. De quem espera pelo inesperado. De quem sabe que não há impossíveis, mas que acredita na impossibilidade do possível. Na cor verde-esmeralda, habita um presente cinzento e um futuro cintilante. Filha do vento e da brisa, inconstante. Filha da brisa e do vento…

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A chuva cai…
Água que jorra destas nuvens estranhas de cor verde-esmeralda.
Água de tristeza, de desalento, de rancor, de amor.
Água que não me deixa continuar…
…que me prende a quem me quer presa.
Água por quem não me diz vai…
…mas também não me diz fica, quero-te, preciso de ti.
Vem vento meu pai, empurra estas nuvens de cor verde-esmeralda para longe, bem longe…
…lá para os lados da foz, onde o rio beija o mar e onde o mar aperta em seus braços a paixão do rio.
Vem vento…
… desvanece o desejo de um beijo.
Enxuga a chuva que cai das nuvens de cor verde-esmeralda.
Desfaz as memórias de um abraço dado…
...vem vento.
Vem...
O vento não vem…
…a chuva jorra, e os desejos de um mar que abraça o rio e de um rio que beija o mar permanecem num olhar cor verde-esmeralda.
A chuva cai…
Água que jorra destas estranhas nuvens…
…a chuva cai e o vento não vem.

4 comentários:

Esmeralda disse...

Que a chuva páre!

Edu disse...

porque tirar o desejo de um beijo?
Nunca se deve perder o desejo.
bj

Esmeralda disse...

Edu, de facto nunca devemos perder o desejo de um beijo...
...mas ha beijos e beijos.

ZezinhoMota disse...

Espero regressar para continuar a ler-te...

Porque...

Gostei...

Bom fim de semana

ZezinhoMota