Quem fui, quem sou, quem serei...

De cor verde-esmeralda são os olhos de quem chora, de quem ri, de quem sonha. De quem espera pelo inesperado. De quem sabe que não há impossíveis, mas que acredita na impossibilidade do possível. Na cor verde-esmeralda, habita um presente cinzento e um futuro cintilante. Filha do vento e da brisa, inconstante. Filha da brisa e do vento…

terça-feira, 27 de maio de 2008

Durante estes dias ri, sorri, brinquei, disparatei.
Fui aquela que era há uns tempos atrás.
Olhei, toquei, corei, me enamorei e rapidamente mudei.
Curtas-metragens que me fizeram sentir linda, nada de especial, mas brilhei por dentro e por fora.
Voltara a ser eu, a tímida com encanto, a tonta que encanta, a que se deixa encantar.
Mas hoje…
…hoje dói-me a alma, bateram umas saudades incontroláveis. Uma vontade de ir novamente contra o destino. Uma vontade de ir, de te procurar, de te falar, de te gritar, de te beijar, de deixar que me beijes, que me toques, que me digas que queres fazer amor comigo (quando na realidade sou eu que faço amor contigo), que me abraces como se não houvesse amanhã.
Mas não irei ceder. Nunca, nunca mais.
Porque no fim de me abraçares como se não houvesse amanhã, amanhã não há mesmo. Amanhã nem sei se vives se existes, se estás cá, se foste ou vieste, se és real ou miragem.
Porque amanhã não mais existirei para ti. Porque amanhã as minhas lágrimas serão muitas e a minha dor maior do que as saudades que hoje, agora tomam conta de mim.
Porque amanhã me amas, mas não queres amar. Porque amanhã me desejas, mas não queres desejar. Porque amanhã precisas de mim, mas não queres precisar.
E porque amanhã irei chorar, hoje não me posso descontrolar, não posso perder o meu caminho, não posso voltar atrás, não posso voltar para trás.
E porque amanhã irei chorar, hoje terei que te negar
!

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